MEUS TEXTOS Capte em meus versos, minha alma.
Capte em meus versos, minha alma.



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-healingheart:

Provei do fim, amargo, frio. Gelou-me a alma, arrancou-me do meu sonho bom e trouxe-me para esta realidade gélida onde não estavas aqui… Porém, uma flor nova floresceu neste jardim que pensei estar morto. Depois deste inverno em que apodreci petrificada observando a noite não passar, chegou a primavera e tu floresceu. Tu chamavas-se eternidade. Ouvi pelos ares que o eterno cansa. Mas tu com tua inteligência infinita fizestes questão de provar-me o contrário. Pois tu, querida eternidade, é a flor que nunca morre. Se regada, cuidada com afeto, tu permaneces linda. Assim como estás até hoje. …Ouvi dizer que a mesmisse esfria qualquer tipo de sentimento, que o novo aquece e acende outra chama dentro do peito. Querida, queria te dizer que não acredito nessas frases que transbordam ignorância. Meu bem, se estiveres comigo, confesso que todo dia será um novo dia. Literalmente, metaforicamente, paradoxalmente… O dia vai nascer, e vai nascer eterno. Assim como nós. A farei sorrir de incontáveis formas diferentes. Aquele café que te agrada? Vou elaborar jeitos para que teu gosto mude, mas que continue de teu agrado. Pequena… Sei que te cativas que a chame assim, entretanto, se teu gosto mudar, suplico-te que me informe, pois meu maior desejo é a tua plena felicidade. Minha flor, e flor da rara. Nasceu sem espinhos e tuas pétalas não se quebram. Lembra desta alma gélida que citei em meus primeiros versos? Tu a aqueceste.  Lembra do sonho bom que fui obrigada a escapar? Agora vivo uma realidade utópica, uma realidade paradoxal… Paradoxal pois mais parece impossível, parece que voltei para meu sonho bom… Surpreendo-me em ser realidade. Entretanto, preciso da tua promessa, minha flor. Já fui enganada, jogada aos cantos e já me desfolharam, tu ainda és bela, és flor nova. Eu não. Moro neste jardim sem vida há tempos… Preciso do sim, da certeza. Da tua promessa… Promete-me que honras teu nome? Promete-me que tua eternidade se juntará com a minha? Teu caminho será guiado até o meu? Teu mais belo sorriso, tua mais bela expressão, tua mais bela pétala… Me pertence? Promete que usará teu tempo sem fim para trazer felicidade pra essa alma desesperançosa? Minha vida, eu quero que saibas que todos tem anseio por ti, mas são poucos que te precisam de verdade. E quero que olhe atravez do meu ser e veja o quão morto esse coração está. Porque a única coisa que posso prometer-lhe é que o eterno nos pertence.
(-healingheart e ultimoverbo)

-healingheart:

Provei do fim, amargo, frio. Gelou-me a alma, arrancou-me do meu sonho bom e trouxe-me para esta realidade gélida onde não estavas aqui… Porém, uma flor nova floresceu neste jardim que pensei estar morto. Depois deste inverno em que apodreci petrificada observando a noite não passar, chegou a primavera e tu floresceu. Tu chamavas-se eternidade. Ouvi pelos ares que o eterno cansa. Mas tu com tua inteligência infinita fizestes questão de provar-me o contrário. Pois tu, querida eternidade, é a flor que nunca morre. Se regada, cuidada com afeto, tu permaneces linda. Assim como estás até hoje. …Ouvi dizer que a mesmisse esfria qualquer tipo de sentimento, que o novo aquece e acende outra chama dentro do peito. Querida, queria te dizer que não acredito nessas frases que transbordam ignorância. Meu bem, se estiveres comigo, confesso que todo dia será um novo dia. Literalmente, metaforicamente, paradoxalmente… O dia vai nascer, e vai nascer eterno. Assim como nós. A farei sorrir de incontáveis formas diferentes. Aquele café que te agrada? Vou elaborar jeitos para que teu gosto mude, mas que continue de teu agrado. Pequena… Sei que te cativas que a chame assim, entretanto, se teu gosto mudar, suplico-te que me informe, pois meu maior desejo é a tua plena felicidade. Minha flor, e flor da rara. Nasceu sem espinhos e tuas pétalas não se quebram. Lembra desta alma gélida que citei em meus primeiros versos? Tu a aqueceste.  Lembra do sonho bom que fui obrigada a escapar? Agora vivo uma realidade utópica, uma realidade paradoxal… Paradoxal pois mais parece impossível, parece que voltei para meu sonho bom… Surpreendo-me em ser realidade. Entretanto, preciso da tua promessa, minha flor. Já fui enganada, jogada aos cantos e já me desfolharam, tu ainda és bela, és flor nova. Eu não. Moro neste jardim sem vida há tempos… Preciso do sim, da certeza. Da tua promessa… Promete-me que honras teu nome? Promete-me que tua eternidade se juntará com a minha? Teu caminho será guiado até o meu? Teu mais belo sorriso, tua mais bela expressão, tua mais bela pétala… Me pertence? Promete que usará teu tempo sem fim para trazer felicidade pra essa alma desesperançosa? Minha vida, eu quero que saibas que todos tem anseio por ti, mas são poucos que te precisam de verdade. E quero que olhe atravez do meu ser e veja o quão morto esse coração está. Porque a única coisa que posso prometer-lhe é que o eterno nos pertence.

(-healingheart e ultimoverbo)

(Source: metafrasta)

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-healingheart:

Engulo meu orgulho junto com o amargo gosto deste café recém-passado, quase tão amargo quanto tua partida. Não mentirei agora, nunca quis que fosses. Mas permiti, não supliquei para que ficasses, não me agarrei aos teus pés e implorei para que permanecesse meu. Apenas o deixei, livre, solto. Como gostas. Precisava conhecer minha resistência. Quis saber se existia eu sem você, eu sem chamego nas manhãs, eu sem teu perfume que ainda insiste em me atormentar nas tardes douradas – que já não são mais tão douradas assim – de outono. Entretanto, percebi que não há. Enganei-me, errei, mais uma vez… Errei. Porém, tuas tardes de outono ainda douravam, tu gostaras do livre, gostava do não pertencer. E esta felicidade estampada no teu olhar cor de mel nunca fora o mesmo quando me pertenceu… Tu gostaras de pertencer ao infinito, à brisa, ao céu… E além. E eu apenas o admirei enquanto dançavas pelos ares, sentei junto a minha escrivaninha, peguei papel, caneta e o desenhei dançando com o vento. Livre. Meus olhos se deslumbraram com aquela cena bela e quase pude sentir a felicidade invadir-me de novo. Quase… Porém, lembrei que continuava livre. Livre de mim. Confesso que o invejei… Como alguém poderia se contentar em ser preenchido com liberdade? Eu precisava de afeto, carinho sufocante, amor eterno… E tu só precisavas de um pouco de brisa na tua face e um bom vinho pela noite. Ah garoto doce, garoto livre… Juro-te: o que mais quero é ver-te feliz, mesmo que isto custe a minha felicidade plena. E se não consegue ser feliz assim ao meu lado, contento-me em desenhá-lo ao bailar com a ventania… Como de costume. Não te escrevo agora para que voltes, mas sim para que continue exatamente do jeito que está. Leve, livre. Não pertencendo a ninguém e pertencendo ao infinito. (-healingheart)

-healingheart:

Engulo meu orgulho junto com o amargo gosto deste café recém-passado, quase tão amargo quanto tua partida. Não mentirei agora, nunca quis que fosses. Mas permiti, não supliquei para que ficasses, não me agarrei aos teus pés e implorei para que permanecesse meu. Apenas o deixei, livre, solto. Como gostas. Precisava conhecer minha resistência. Quis saber se existia eu sem você, eu sem chamego nas manhãs, eu sem teu perfume que ainda insiste em me atormentar nas tardes douradas – que já não são mais tão douradas assim – de outono. Entretanto, percebi que não há. Enganei-me, errei, mais uma vez… Errei. Porém, tuas tardes de outono ainda douravam, tu gostaras do livre, gostava do não pertencer. E esta felicidade estampada no teu olhar cor de mel nunca fora o mesmo quando me pertenceu… Tu gostaras de pertencer ao infinito, à brisa, ao céu… E além. E eu apenas o admirei enquanto dançavas pelos ares, sentei junto a minha escrivaninha, peguei papel, caneta e o desenhei dançando com o vento. Livre. Meus olhos se deslumbraram com aquela cena bela e quase pude sentir a felicidade invadir-me de novo. Quase… Porém, lembrei que continuava livre. Livre de mim. Confesso que o invejei… Como alguém poderia se contentar em ser preenchido com liberdade? Eu precisava de afeto, carinho sufocante, amor eterno… E tu só precisavas de um pouco de brisa na tua face e um bom vinho pela noite. Ah garoto doce, garoto livre… Juro-te: o que mais quero é ver-te feliz, mesmo que isto custe a minha felicidade plena. E se não consegue ser feliz assim ao meu lado, contento-me em desenhá-lo ao bailar com a ventania… Como de costume. Não te escrevo agora para que voltes, mas sim para que continue exatamente do jeito que está. Leve, livre. Não pertencendo a ninguém e pertencendo ao infinito. (-healingheart)

(Source: metafrasta)

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-healingheart:

Éramos nós, não éramos? Pois eu ainda estou aqui, e tu? Onde estás? Nunca fui de confiar nas pessoas, mas tu chegaste com um sorriso levou-me. Pergunto-me mil vezes por dia onde estás, porque não está aqui, porque acreditei que te teria, porque ainda penso nisso… São apenas perguntas sem respostas. Mágoa. Vontade tremenda de te odiar e uma preocupação em saber ainda, como tu deve estar. Eu já estava certa que ninguém estaria por perto quando eu precisasse, mas tu vieste e me fez feliz por um tempo. Que grande tolice, me fez acreditar que eu podia sorrir Fizestes-me crer que podia sentir. Porém, não o culpo, querido. A razão e tudo que está correto que me perdoem, mas não consigo culpá-lo. Culpo apenas minha ingenuidade. Meus sonhos utópicos e esta vaga ideia de felicidade que me fez crer que eras tu o escolhido, destinado ser meu. Mas não o culpo, não consigo, não é de minha natureza. Tu roubaste meus melhores sorrisos. E o que é que tem, então? Se tu foste o culpado por todos eles. Nada mais justo que leva-los contigo. Talvez as pessoas estejam certas… A única cura para o amor é o ódio. Mas se mal consigo culpá-lo, odiar não será a melhor saída. Então permaneço assim, doente de amor, sem cura, sem anestesia, sem remédio. Neste hospital do abandono, manicômio de poetas que tiveram tua alma arrancada, assim como eu. Mas não o culpo. Culpo os dias que demoram a passar, as flores que ainda florescem no teu jardim, mas não no meu. Culpo a chuva, ah querido… Como tu gostavas da chuva. Culpo as músicas de amor, que apelidamos como “nossas músicas”. Mas não o culpo… O culpo apenas por ter sido o único, o escolhido, o destinado a ser meu.
(-healingheart e o solestaemsuasmaos)

-healingheart:

Éramos nós, não éramos? Pois eu ainda estou aqui, e tu? Onde estás? Nunca fui de confiar nas pessoas, mas tu chegaste com um sorriso levou-me. Pergunto-me mil vezes por dia onde estás, porque não está aqui, porque acreditei que te teria, porque ainda penso nisso… São apenas perguntas sem respostas. Mágoa. Vontade tremenda de te odiar e uma preocupação em saber ainda, como tu deve estar. Eu já estava certa que ninguém estaria por perto quando eu precisasse, mas tu vieste e me fez feliz por um tempo. Que grande tolice, me fez acreditar que eu podia sorrir Fizestes-me crer que podia sentir. Porém, não o culpo, querido. A razão e tudo que está correto que me perdoem, mas não consigo culpá-lo. Culpo apenas minha ingenuidade. Meus sonhos utópicos e esta vaga ideia de felicidade que me fez crer que eras tu o escolhido, destinado ser meu. Mas não o culpo, não consigo, não é de minha natureza. Tu roubaste meus melhores sorrisos. E o que é que tem, então? Se tu foste o culpado por todos eles. Nada mais justo que leva-los contigo. Talvez as pessoas estejam certas… A única cura para o amor é o ódio. Mas se mal consigo culpá-lo, odiar não será a melhor saída. Então permaneço assim, doente de amor, sem cura, sem anestesia, sem remédio. Neste hospital do abandono, manicômio de poetas que tiveram tua alma arrancada, assim como eu. Mas não o culpo. Culpo os dias que demoram a passar, as flores que ainda florescem no teu jardim, mas não no meu. Culpo a chuva, ah querido… Como tu gostavas da chuva. Culpo as músicas de amor, que apelidamos como “nossas músicas”. Mas não o culpo… O culpo apenas por ter sido o único, o escolhido, o destinado a ser meu.

(-healingheart e o solestaemsuasmaos)

(Source: metafrasta)

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-healingheart:

Ele me olhara como se fosse desconhecida aos seus olhos, me instigava pensamentos que muitas vezes duvidava, se brincava ou falava realmente sério.
— Mas que diabos de amor é este que tu tanto poetizas, garota? 
Suspirei fundo, pois sabia que aquilo seria o início de uma longa discussão.
— Amor, só amor. Simples, complexo, calmo, intenso, amor.
— Vives de amor então?
— Pode se dizer que sim, vivo para amar. — respondi, tentando manter o tom casual em cada palavra pronunciada.
— Ridículo isso.
-—Como pode achar ridículo algo que rege o mundo? Algo pelo qual milhares lutam? Algo que a grande maioria pode banalizar, desistir, mas é algo essencial. Então vive sem amor?
— Veja bem… — começou a sorrir, sabendo que aquilo iria me deixar nervosamente incrédula.
— Não, não venha com veja bem, com teus pensamentos pela metade, e tuas incertezas que acha que é verdade, não venha!
— Mas espere… O que quero dizer é que já amei.
Aquilo sem dúvidas havia me pego de guarda baixa, mas estava decidida a não me deixar comover. — Como assim?
— Ah você entende… O tal do amor, já senti, amei, mas me desapontei, o amor é uma droga!
— Ora… Ora, não venha culpar uma palavra tão pequena pelo seu insucesso no amor. Ele não é culpado disso, apenas é uma palavra pequena demais para ser tratada como algo mal. O Amor é puro por si só, sem ser recíproco, claro, muitas vezes dolorido, mas quem lhe concede a dádiva de amar é alguém que consegue despertar o melhor de você, alguém que segura o que tanto você guarda, e você não se importa enquanto a admira. Então não culpe o amor, culpe o que fazem com ele.
— O que quer dizer com isso? — Ele me olhou intrigado e soube que ao menos havia surtido uma ponta de dúvida em sua cabeça.
— Quero dizer que do mesmo jeito que sem perceber você deixou ser acertado pelo amor, agora tem que se deixar levantar por ele, ser curado, ser levado por ele, nunca escutou que: ‘às vezes a dor que te faz sofrer é a cura que te fará levantar?’ – esperei por um segundo, mas vi que não havia entendido minha última frase, continuei. – Pare de guardar rancor por uma palavra, não guarde rancor por ninguém, se não lembrar com sentimentos bons, como poderá cultivar algo produtivo?
Ele pareceu parar e pensar por um instante e enfim concordou:
— Tem razão.
(-healingheart e stuffsloveorotherdrugs)

-healingheart:

Ele me olhara como se fosse desconhecida aos seus olhos, me instigava pensamentos que muitas vezes duvidava, se brincava ou falava realmente sério.

 Mas que diabos de amor é este que tu tanto poetizas, garota? 

Suspirei fundo, pois sabia que aquilo seria o início de uma longa discussão.

 Amor, só amor. Simples, complexo, calmo, intenso, amor.

— Vives de amor então?

 Pode se dizer que sim, vivo para amar.  respondi, tentando manter o tom casual em cada palavra pronunciada.

— Ridículo isso.

-Como pode achar ridículo algo que rege o mundo? Algo pelo qual milhares lutam? Algo que a grande maioria pode banalizar, desistir, mas é algo essencial. Então vive sem amor?

 Veja bem…  começou a sorrir, sabendo que aquilo iria me deixar nervosamente incrédula.

 Não, não venha com veja bem, com teus pensamentos pela metade, e tuas incertezas que acha que é verdade, não venha!

 Mas espere… O que quero dizer é que já amei.

Aquilo sem dúvidas havia me pego de guarda baixa, mas estava decidida a não me deixar comover.  Como assim?

 Ah você entende… O tal do amor, já senti, amei, mas me desapontei, o amor é uma droga!

 Ora… Ora, não venha culpar uma palavra tão pequena pelo seu insucesso no amor. Ele não é culpado disso, apenas é uma palavra pequena demais para ser tratada como algo mal. O Amor é puro por si só, sem ser recíproco, claro, muitas vezes dolorido, mas quem lhe concede a dádiva de amar é alguém que consegue despertar o melhor de você, alguém que segura o que tanto você guarda, e você não se importa enquanto a admira. Então não culpe o amor, culpe o que fazem com ele.

 O que quer dizer com isso?  Ele me olhou intrigado e soube que ao menos havia surtido uma ponta de dúvida em sua cabeça.

 Quero dizer que do mesmo jeito que sem perceber você deixou ser acertado pelo amor, agora tem que se deixar levantar por ele, ser curado, ser levado por ele, nunca escutou que: ‘às vezes a dor que te faz sofrer é a cura que te fará levantar?’ – esperei por um segundo, mas vi que não havia entendido minha última frase, continuei. – Pare de guardar rancor por uma palavra, não guarde rancor por ninguém, se não lembrar com sentimentos bons, como poderá cultivar algo produtivo?

Ele pareceu parar e pensar por um instante e enfim concordou:

 Tem razão.

(-healingheart e stuffsloveorotherdrugs)

(Source: metafrasta)

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(Source: metafrasta)



-healingheart:

Garoto, teus defeito aos meus olhos são atributos para meu te querer infinito. Tuas imperfeições me fascinam. Como tua mania de olhar ao horizonte quando falas, nunca em meus olhos, nunca em mim… Mas sim para o infinito, que te juro, te pertence… Nos pertence. E também quando quer sempre teu café gelado… Me surpreende com teus gostos incomuns. Ainda mais eu, que sempre me apeteceu o café quente, fervendo. Para esquentar a alma, alimentar a solidão. E há também este teu mal costume de roer unhas e estalar dedos. Me provocam aflição… Mas gosto, aprecio e amo. Ah garoto incomum… Teus pequenos gestos o fazem ser o único que habita meu coração. Mas esta tua mania de não me amar é a única que não gosto. Meu amor, grande amor, teus defeitos me completam, tua saudade me magoa, teu carinho me traz paz… Vem cuidar de mim. E vamos concertar este, que para mim, é teu único defeito: não estar, todos os dias, coladinho em mim. (-healingheart)

-healingheart:

Garoto, teus defeito aos meus olhos são atributos para meu te querer infinito. Tuas imperfeições me fascinam. Como tua mania de olhar ao horizonte quando falas, nunca em meus olhos, nunca em mim… Mas sim para o infinito, que te juro, te pertence… Nos pertence. E também quando quer sempre teu café gelado… Me surpreende com teus gostos incomuns. Ainda mais eu, que sempre me apeteceu o café quente, fervendo. Para esquentar a alma, alimentar a solidão. E há também este teu mal costume de roer unhas e estalar dedos. Me provocam aflição… Mas gosto, aprecio e amo. Ah garoto incomum… Teus pequenos gestos o fazem ser o único que habita meu coração. Mas esta tua mania de não me amar é a única que não gosto. Meu amor, grande amor, teus defeitos me completam, tua saudade me magoa, teu carinho me traz paz… Vem cuidar de mim. E vamos concertar este, que para mim, é teu único defeito: não estar, todos os dias, coladinho em mim. (-healingheart)

(Source: metafrasta)



-healingheart:

Querida, é com dor na alma, medo nos olhos e saudade no peito que lhe escrevo esta carta.
O teu batom mudou. O teu corte de cabelo também. A tua maquiagem. O teu sorriso. Não que isso me interesse, imagina se iria me interessar. Certo, vou para de mentir pra mim mesmo, me importa, e muito estes pequenos desvios. Eu não gosto do teu corte de cabelo novo, aquele que tu tinhas quando estava comigo era melhor, não me importavam as pontas duplas. Não gosto de ti maquiada. Teu rosto limpo, tuas sardas aparecendo e teus olhos azuis sem essa moldura preta eram mais bonitos. Estes sorrisos de canto não me agradam, gostava dos inteiros, das risadas altas histéricas que eu sempre reclamava, mas eu gostava. Gostava de quando me ligava tarde da noite e perguntava o que vivi hoje. E eu sempre lhe dizia que vivi para te amar, mais um dia, daqui para sempre. E não mudo minha filosofia… Ontem, vivi mais um dia para te amar… E hoje vivi apenas para engolir meu medo e deixar sair minha coragem e desejo de te falar que o teu ontem era muito mais bonito. Não gosto de tuas novas ações controladas, sempre hesitando em fazer o que teu coração sussurra para fazer. Gostava de tua alma jovem que sonhava mesmo acordada… Quando lhe apreciava correr pelo parque, pelo nosso parque. Esqueci de lhe contar que apelidei aquele parque em que vivemos nosso amor como “nosso”. Nossos momentos bons, nossas lembranças, nosso passado feliz, nossa saudade boa, nossa paixão que ainda queima em mim. Tu mudou teu eu inteiro para outro alguém… E repito: é com dor na alma, medo nos olhos e saudade no peito que penso “este alguém não sou eu”. Por isso lhe revelo agora que não precisa que mudes denovo por minha carta… Se te gosta ficar assim, que fiques. Mas querida, uma coisa que não muda é o que eu te disse quando era minha: Eu vivo para te amar. Todos os dias, enquanto ainda florescer no nosso parque. Eu te amarei.
Com amor, saudade e desejo que voltes, do teu eterno amante.(-Healingheart e J. Cristina)

-healingheart:

Querida, é com dor na alma, medo nos olhos e saudade no peito que lhe escrevo esta carta.


O teu batom mudou. O teu corte de cabelo também. A tua maquiagem. O teu sorriso. Não que isso me interesse, imagina se iria me interessar. Certo, vou para de mentir pra mim mesmo, me importa, e muito estes pequenos desvios. Eu não gosto do teu corte de cabelo novo, aquele que tu tinhas quando estava comigo era melhor, não me importavam as pontas duplas. Não gosto de ti maquiada. Teu rosto limpo, tuas sardas aparecendo e teus olhos azuis sem essa moldura preta eram mais bonitos. Estes sorrisos de canto não me agradam, gostava dos inteiros, das risadas altas histéricas que eu sempre reclamava, mas eu gostava. Gostava de quando me ligava tarde da noite e perguntava o que vivi hoje. E eu sempre lhe dizia que vivi para te amar, mais um dia, daqui para sempre. E não mudo minha filosofia… Ontem, vivi mais um dia para te amar… E hoje vivi apenas para engolir meu medo e deixar sair minha coragem e desejo de te falar que o teu ontem era muito mais bonito. Não gosto de tuas novas ações controladas, sempre hesitando em fazer o que teu coração sussurra para fazer. Gostava de tua alma jovem que sonhava mesmo acordada… Quando lhe apreciava correr pelo parque, pelo nosso parque. Esqueci de lhe contar que apelidei aquele parque em que vivemos nosso amor como “nosso”. Nossos momentos bons, nossas lembranças, nosso passado feliz, nossa saudade boa, nossa paixão que ainda queima em mim. Tu mudou teu eu inteiro para outro alguém… E repito: é com dor na alma, medo nos olhos e saudade no peito que penso “este alguém não sou eu”. Por isso lhe revelo agora que não precisa que mudes denovo por minha carta… Se te gosta ficar assim, que fiques. Mas querida, uma coisa que não muda é o que eu te disse quando era minha: Eu vivo para te amar. Todos os dias, enquanto ainda florescer no nosso parque. Eu te amarei.


Com amor, saudade e desejo que voltes, do teu eterno amante.
(-Healingheart e J. Cristina)

(Source: metafrasta)



-healingheart:

Querido,
Começo esta carta deste jeito pois tu és, com absoluta certeza, o que mais quero, o que mais quis. Tu és talvez o querer em si. E as vezes, tanto querer torna-se precisar, necessitar. Pois querido, te quero, te preciso. Então, lembras daquela sexta à noite, naquele local movimentado e barulhento? E como de costume, usavas aquela tua camisa quadriculada que tanto gosto… Lembra da pergunta que me fez? Perguntou o por quê da minha presença. E lhe respondi “porque quis”. Mas olhe bem o início desta carta, te disse que é meu querer. O que mais queria eu dizer-te era “pra te ver, pra te ter”. Entretanto, as palavras saíram mudas quando passou teu braço em mim… E o que consegui dizer foi “porque quis”. Quis dizer porque te quis, te quero. Este querer infinito de te ver, esta vontade insana de te amar… Me assusta. Porém discordo do que me disse neste mesmo dia… O querer, o gostar, não é controlável. Meu anjo, quem te escolheu não foi a mente, foi a alma. Mas te escrevo agora para te fazer um pedido: não fujas de mim, como fez neste dia. Não corra deste coração que te ama e implora por tua presença. Não me deixa sozinha… Pois sem ti, onde eu esteja e com quem esteja não importa, estarei sozinha. Se não quer, não me ame. Se controlas este sentimento louco que me controla e preferes não me querer como te quero, não queira. Mas por favor, suplico-te agora: não fuja, não destrate só quem te quer bem. Quem só te quer.
Com amor e muito querer da tua. Tua e só. Apenas tua. (-healingheart)

-healingheart:

Querido,

Começo esta carta deste jeito pois tu és, com absoluta certeza, o que mais quero, o que mais quis. Tu és talvez o querer em si. E as vezes, tanto querer torna-se precisar, necessitar. Pois querido, te quero, te preciso. Então, lembras daquela sexta à noite, naquele local movimentado e barulhento? E como de costume, usavas aquela tua camisa quadriculada que tanto gosto… Lembra da pergunta que me fez? Perguntou o por quê da minha presença. E lhe respondi “porque quis”. Mas olhe bem o início desta carta, te disse que é meu querer. O que mais queria eu dizer-te era “pra te ver, pra te ter”. Entretanto, as palavras saíram mudas quando passou teu braço em mim… E o que consegui dizer foi “porque quis”. Quis dizer porque te quis, te quero. Este querer infinito de te ver, esta vontade insana de te amar… Me assusta. Porém discordo do que me disse neste mesmo dia… O querer, o gostar, não é controlável. Meu anjo, quem te escolheu não foi a mente, foi a alma. Mas te escrevo agora para te fazer um pedido: não fujas de mim, como fez neste dia. Não corra deste coração que te ama e implora por tua presença. Não me deixa sozinha… Pois sem ti, onde eu esteja e com quem esteja não importa, estarei sozinha. Se não quer, não me ame. Se controlas este sentimento louco que me controla e preferes não me querer como te quero, não queira. Mas por favor, suplico-te agora: não fuja, não destrate só quem te quer bem. Quem só te quer.

Com amor e muito querer da tua. Tua e só. Apenas tua. (-healingheart)

(Source: metafrasta)



-healingheart:

Ei garota, assim que abrir os olhos nessa manhã nebulosa de sábado, tente enxerga-la de outro modo. Sorria para o céu infinito que te pertence e logo o sol sairá. O sol…Que invade teus olhos que nem o amor invadirá teu coração um dia. Respire profundamente e capte o cheiro da liberdade. Pinte seus lábios e explore o mundo que a aguarda. Ei garota, tire essa mecha de cabelo do teu delicado rosto, recaindo sobre os olhos e pousando em teu nariz. Ei garota, tire as lágrimas dos olhos e o medo do coração porque o sol ainda brilha e transforma, com sua luz, seus olhos em castanho dourado. Então, garota, faça como o sol: brilhe. Faça como a liberdade: permita-se. Faça como seus olhos: doure. E lembre-se: assim como seu olhar, o sol e a liberdade… Você é linda. (-healingheart)

-healingheart:

Ei garota, assim que abrir os olhos nessa manhã nebulosa de sábado, tente enxerga-la de outro modo. Sorria para o céu infinito que te pertence e logo o sol sairá. O sol…Que invade teus olhos que nem o amor invadirá teu coração um dia. Respire profundamente e capte o cheiro da liberdade. Pinte seus lábios e explore o mundo que a aguarda. Ei garota, tire essa mecha de cabelo do teu delicado rosto, recaindo sobre os olhos e pousando em teu nariz. Ei garota, tire as lágrimas dos olhos e o medo do coração porque o sol ainda brilha e transforma, com sua luz, seus olhos em castanho dourado. Então, garota, faça como o sol: brilhe. Faça como a liberdade: permita-se. Faça como seus olhos: doure. E lembre-se: assim como seu olhar, o sol e a liberdade… Você é linda. (-healingheart)

(Source: metafrasta)



-healingheart:

 Hoje o sol brilhou mais para ela. Seus olhos se abriram mas ela pensou que ainda sonhava ao olhar pela janela e o ver a esperando. Ele… Que mais parecia uma escultura. Cada traço esculpido simetricamente pelos desejos dela. Seu sorriso… Desenhado em sua face com cuidado, brilhavam mais aos olhos dela do que aos de qualquer outro alguém. Ela passou a mão em seus cabelos pretos desbotados que atrapalhavam sua visão dele. Enquanto ele admirava cada movimento singelo que ela fazia. Os olhos dele tinham a cor de um outono em pleno verão, um castanho dourado que a hipnotizavam. Seus cabelos, recentemente cortados eram negros e faziam o contraste perfeito com sua pele pálida e macia. Ele era relativamente alto e bem magro. Não se imagina o conceito da perfeição ao descrever essa beleza incomum. Mas para ela, ele era. Suas sardas o fazia parecer mais jovem e meigo. Elas se espalhavam ao redor de seu nariz fino e suas bochechas quase inexistentes. Seu interior era invejável. Seu coração, já cicatrizado, era raro de se ver igual. Tão puro e apesar de jovem, tão sábio. Seus pequenos ouvidos quase sempre ocupados por uma melodia agradável de letra inteligente. Seus olhos, quase sempre ocupados a observando sorrir. Suas mãos, quase sempre ocupadas desenhando o que sua alma reflete de mais bonito. Seu coração, quase sempre ocupado por amor e saudade. Sua mente, quase sempre ocupada descobrindo o mundo e descrevendo o que seu coração sussura. Hoje o sol brilhou mais forte para ela e a noite mas pareceu um fim de tarde. Ela havia encontrado seu novo amor. 

(-healingheart)

-healingheart:

Hoje o sol brilhou mais para ela. Seus olhos se abriram mas ela pensou que ainda sonhava ao olhar pela janela e o ver a esperando. Ele… Que mais parecia uma escultura. Cada traço esculpido simetricamente pelos desejos dela. Seu sorriso… Desenhado em sua face com cuidado, brilhavam mais aos olhos dela do que aos de qualquer outro alguém. Ela passou a mão em seus cabelos pretos desbotados que atrapalhavam sua visão dele. Enquanto ele admirava cada movimento singelo que ela fazia. Os olhos dele tinham a cor de um outono em pleno verão, um castanho dourado que a hipnotizavam. Seus cabelos, recentemente cortados eram negros e faziam o contraste perfeito com sua pele pálida e macia. Ele era relativamente alto e bem magro. Não se imagina o conceito da perfeição ao descrever essa beleza incomum. Mas para ela, ele era. Suas sardas o fazia parecer mais jovem e meigo. Elas se espalhavam ao redor de seu nariz fino e suas bochechas quase inexistentes. Seu interior era invejável. Seu coração, já cicatrizado, era raro de se ver igual. Tão puro e apesar de jovem, tão sábio. Seus pequenos ouvidos quase sempre ocupados por uma melodia agradável de letra inteligente. Seus olhos, quase sempre ocupados a observando sorrir. Suas mãos, quase sempre ocupadas desenhando o que sua alma reflete de mais bonito. Seu coração, quase sempre ocupado por amor e saudade. Sua mente, quase sempre ocupada descobrindo o mundo e descrevendo o que seu coração sussura. Hoje o sol brilhou mais forte para ela e a noite mas pareceu um fim de tarde. Ela havia encontrado seu novo amor. 

(-healingheart)

(Source: metafrasta)





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